Deus não está em templos, muros, placas, não! Ele está dentro de você!!!NÃO somos pecadores desde que nascemos, isso é uma mentira, somos seres divinos e mágicos e temos essa essência masculina e feminina da fonte criadora dentro de cada um(...)Não está nas mãos de extraterrestres salvar o mundo,mas está nas mãos dos seres que aqui habitam, o que eles podem fazer é auxiliar no processo, mas não virão aqui nos tomar pelas mãos como se fôssemos bebês e nos DAR um planeta novinho em folha para destruirmos NOVAMENTE. Ou aprendemos a tratar bem do nosso, ou seremos expulsos pela própria Terra. Parem de buscar Deus em coisas materiais!!!Se você não aprender a se respeitar, se amar, não vai encontrar Deus! Vai se iludir, vai chorar, entrar em depressão e o pior não vai entender que a mudança começa de dentro para fora e que viver é um presente, não um pecado ou castigo. Como diria um anjo: "O amor é o sábio que nos guia" e como diria Gandhi " Não busque o caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."
Grande abraço a todos e Bem Vindos ao Life's Changing
Pesquisador com doença rara desenvolve comunicação cerebral inovadora
Claudio Dusik se inspirou na própria trajetória: ele é portador de atrofia muscular espinhal (AME), doença genética que causa a degeneração dos neurônios motores e leva a restrição de movimentosDusik se inspirou na própria trajetória: ele é portador de atrofia muscular espinhal (AME), doença genética que causa a degeneração dos neurônios motores e leva a restrição de movimentos e fala. A inovação consiste na criação de uma interface para o dispositivo Muse Interaxon, importado dos Estados Unidos, que conecta ondas cerebrais a um teclado virtual do computador: a interface, chamada MuseKey, torna possível que pessoas com restrição motora total possam escrever e se comunicar com autonomia. A interface foi testada pelo próprio Claudio, que tem dificuldades para escrever, e por outras pessoas com níveis diferentes de restrições de movimentos. A tecnologia foi fundamental para Dusik se comunicar, além de seguir seu papel como pesquisador. Em entrevista à Gazeta do Povo, Claudio fala sobre o trabalho, os benefícios que a tecnologia desenvolvida por ele pode trazer para a sociedade e os próximos passos de sua pesquisa. Confira:Como surgiu a ideia para o MuseKey? Como a tecnologia funciona? Surgiu em função da minha doença degenerativa. Estou perdendo toda a capacidade muscular, o que envolve desde a área motora - braços e pernas - até a parte cardiorrespiratória.Com o avanço da doença, comecei a sentir a perda da capacidade de realizar atividades escritas. Foi quando desenvolvi um teclado virtual que foi tema do meu mestrado. Mas além da capacidade motora das mãos, a doença progride de tal forma que a pessoa fica em um estado chamado “síndrome de encarceramento”, quando ela está consciente, possuir todas as faculdades mentais, mas o corpo fica totalmente paralisado e ela não consegue se comunicar. Por isso, precisava encontrar uma maneira de poder continuar me comunicando nesse estado. Como a única parte do corpo preservada é o cérebro, tinha que achar uma forma de me comunicar diretamente através dele. Foi quando criei uma interface cérebro-computador, da qual através do pensamento e do próprio computador, consigo escrever no teclado virtual para formar palavras e frases. E a partir de um projeto de pesquisa, depois de desenvolvida a interface, o equipamento se mostrou funcional. Ele correspondeu as minhas necessidades de comunicação e também se mostrou eficiente para outras pessoas. Como a inovação pode ajudar as pessoas com restrições motoras? Há um limite dos tipos de restrições para usar a interface? Não. Na pesquisa testei o equipamento com sujeitos de diferentes graus de capacidade. Desde sujeitos com quase nenhuma incapacidade, que tem o corpo perfeito, até o grau mais sério, que parece estar em estado vegetativo. A ferramenta se mostrou eficiente para todos os graus. Até onde a pesquisa contribui para as inovações do setor? Como pode ser usada, por exemplo, na educação? Ela pode ser usada porque há uma política de educação inclusiva cada vez mais crescente. Inicialmente, auxiliando crianças com deficiências mais leves. Agora, cada vez mais, surgem crianças com necessidades mais severas. Antes, as escolas recebiam alunos que utilizavam apenas cadeiras de rodas, com deficiência mental leve. LEIA TAMBÉM: Aos poucos, universidades públicas começam a aceitar recursos privadosHoje recebemos alunos que usam sonda, aparelhos respiratórios. São graus muito severos que as escolas ainda estão longe de atingir tecnologias que possibilitem para as crianças se comunicar e interagir. Qual foi o papel da universidade para o desenvolvimento da pesquisa? Frequentei a universidade como qualquer outro aluno. Ia nas aulas, obtendo capacitações em diferentes áreas que necessitava. Tive aulas de engenharia de software, de neurociências. Além disso, a universidade me forneceu uma bolsa de estudos nesse período para que pudesse me dedicar e arcar com alguns custos. Quais os próximos passos da pesquisa? Há expectativas de mudanças ou aumento do escopo? A pesquisa teve muitas limitações, porque fui um sujeito que teve um conhecimento multidisciplinar para fazer essa interface, mas o ideal seria ter uma equipe multidisciplinar. Porque ela depende, por exemplo, de um aparelho encefalográfico, que é parecido com uma tiara. É um dispositivo usado no exterior para jogos eletrônicos, e que não foi pensado para nenhum tipo de assistência para pessoas com deficiência. O Brasil carece desse tipo de dispositivo. E eles não são inviáveis de ser feitos. Só precisamos do interesse de pesquisadores e de uma instituição em fabricá-los, para que não seja necessário importá-los.
Especialistas indicam como conseguir emprego em tempos de crise
A dica é investir em um diferencial, naquela qualidade ou conhecimento que dificilmente outro candidato vai apresentar
Nos Estados Unidos, na Europa e no mundo: por todos os lados, há sinais do efeito mais cruel da crise econômica: o desemprego.
A Boeing anunciou a demissão de mais 5,5 mil pessoas. Mais uma: a rede internacional de cafés Starbuck's vai dispensar quase sete mil funcionários. Segundo a Organização Internacional do Trabalho, 50 milhões de vagas podem desaparecer ao longo deste ano. Encontrar um emprego nesse contexto exige, mais do que nunca, estratégia, para não desperdiçar munição. Os especialistas dizem: espalhar currículos em dezenas de empresas não aumenta as chances de conseguir emprego. E recomendam: invista em um diferencial, aquela qualidade ou conhecimento que dificilmente outro candidato vai apresentar. Documentos em dia, currículo pronto. Marcelo Nonato espera resposta do balcão de empregos mais uma vez. A empresa em que ele trabalhava como assistente de administração começou a demitir em outubro. O cargo dele não foi poupado. “Falaram que estavam com muito pessoal, inclusive eu já tinha feito uma lista de uns 30 que eu tinha começado a fazer dispensa. O próximo fui eu”, conta. A crise atingiu em cheio o mercado de trabalho brasileiro. Há um ano, a geração de empregos batia recordes. Com a economia aquecida, quase todos os setores reclamavam de falta de profissionais. Era o apagão de mão-de-obra. Hoje, difícil é encontrar quem esteja contratando. Com mais gente buscando emprego, cresce a concorrência por vagas nas empresas. Por isso mesmo, elas estão mais exigentes na hora de selecionar candidatos. Essa mudança exige a uma nova atitude de quem está procurando uma oportunidade de trabalho. Nelson Miguel Jr. conta que, quando começou a chefiar o Centro de Apoio ao Trabalhador (CAT) em São Paulo, há quatro anos, a preocupação era com a aparência do candidato. Agora, pesam outros ingredientes. Porteiro tem que ter noções de informática. “Até pouco tempo atrás, não necessitava. Hoje, necessita, porque ele está operando computador e câmeras de vigilância. Então, ele não pode ser um analfabeto digital”, explica. Auxiliar de limpeza precisa ter concluído o Ensino Médio. “Ele tem que ter raciocínio, conhecimento, discernimento para diferenciar os produtos com que ele está lidando e conhecer máquinas e equipamento”, afirma o gerente do CAT.
No telemarketing, é a vez dos homens e mulheres com mais de 40 anos: “Essa área de telemarketing tem vários segmentos. Então, cada um tem um perfil um pouco diferente, mas ele tem que ser também às vezes um psicólogo, um bom vendedor, falar bem e saber quando desligar o telefone, a ponto de não perturbar a pessoa com quem ele está conversando”, diz. Em uma empresa de tecnologia da informação, uma das maiores do país, há 200 vagas. O candidato tem que ter inglês fluente. Se souber japonês, está contratado. “O Brasil é a segunda maior colônia japonesa do mundo e tem um potencial em prestar serviço para o Japão, mas ainda está em um embrião em serviço para o Japão”, diz o presidente da empresa, Benjamim Quadros. Especialista em recursos humanos, Elaine Saas diz que o desempregado deve manter contato com profissionais da área e amigos que possam avisar quando houver novas oportunidades. “Em um momento de crise você tem que focar muito dos seus esforços onde você tem bastante experiência que é onde vai ser competitivo. Isso não quer dizer se fechar. Quer dizer colocar um esforço mais significativo onde você tem uma boa chance”, aponta a consultor de RH Elaine Saad. Isso não significa colocar currículos por aí. É uma dica importante: os recrutadores valorizam o candidato que procura a vaga, porque se identifica com a empresa e os valores dela. Gerente de projetos aos 22 anos de idade, chegar onde está não foi fácil para Aline Mauriz. Ela passou três anos e meio estagiando para trabalhar na empresa. “O conhecimento que eu tive nesses anos de estágio e a prática da coisa. Na própria entrevista, eles citaram isso que o fato de que eu já estar conseguindo era um diferencial entre as outras pessoas”. Ex-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Horácio Lafer Piva, e um dos executivos mais respeitados do país ensina: um bom candidato pode perder um emprego se não souber mostrar ousadia numa seleção de vaga, principalmente nesses tempos em que o mais se espera dos novos contratados é inovação. “Eu acho que as pessoas quando fazem entrevista de emprego, são muito pouco ousadas e são muito tímidas. Ela precisa sentar e estabelecer uma relação de igual e mostrar para aquela pessoa que ela tem uma personalidade própria, que ela tem vontade, que ela tem idéias e que ela tem principalmente uma razão para estar ali naquele momento lutando pelo emprego e competindo com tantas outras pessoas”, afirma. Horácio Lafer Piva explica que o empregado mais valorizado tem uma especialidade, mas não se fecha nela. É um funcionário multitarefa, que faz bem aquilo para que foi contratado, mas também se dispõe a exercer outras funções. Link: http://www.gazetadopovo.com.br/economia/pos-e-carreira/especialistas-indicam-como-conseguir-emprego-em-tempos-de-crise-bebyehfqy38zb9g5jhbe56vri
Renato Jakitas, O Estado de S.Paulo 28 Junho 2017 | 05h00
Jovem de 17 anos estampa currículo em Coca-Cola e é chamada para entrevista
Beatriz Carmona, de Barueri, ganhou campanha na internet e teve história compartilhada mais de 6 mil vezes em rede social
Com 14 milhões de desempregados, fisgar a atenção de um selecionador apenas com o currículo é uma tarefa árdua até para o mais experiente dos profissionais. E o que dizer de uma jovem de 17 anos, que ficou apenas 1 mês em sua até então única experiência de trabalho e está de olho em uma vaga concorrida de uma multinacional ligada ao mercado da internet? Essa é a história da paulista Beatriz Carmona, que mora em Barueri, na Grande São Paulo. Sabedora do desafio para se destacar em um processo seletivo, ela apostou na criatividade. Estampou seu currículo no rótulo de uma Coca-Cola, endereçou para o responsável pela seleção e entregou o presente na recepção da empresa, tomando o cuidado de documentar todos os passos em um post no Facebook. Deu certo.
Currículo de Beatriz Carmona, de 17 anos, estampado em rótulo de uma Coca-cola Foto: Beatriz Carmona
A história foi publicada em uma quinta-feira, dia 22 de junho, e 24 horas depois já tinha caído nas graças dos internautas. Em menos de uma semana o post foi curtido por quase 8 mil pessoas e compartilhado mais de 6 mil vezes. Surgiu até uma campanha virtual, a #boasortebeatriz. E, assim, a história foi passada de perfil em perfil da rede social até que apareceu no computador do diretor de recursos humanos da americana Reach local, a empresa que foi alvo da ação da garota. Como o executivo estava viajando, ele não recebeu a Coca-Cola de presente deixada por Beatriz. Mas três dias depois, em pleno domingo, ele conseguiu o contato da jovem e marcou uma entrevista pessoal, que aconteceu nesta terça-feira, 27.
A estudante Beatriz Carmona, de 17 anos Foto: Beatriz Carmona
"Por ser uma empresa de marketing digital, a Reach local recebe muitos currículos criativos. Mas eu nunca tinha visto nada parecido com o que fez a Beatriz", conta o executivo Flávio Pelizari. Para conseguir a entrevista, Beatriz desbancou 320 candidatos. É quatro vezes mais gente do que o vestibular mais concorrido do Brasil, para o curso de medicina da USP, que tem uma relação de 71,93 candidatos por vaga. + Gol abre processo seletivo para profissionais com mais de 50 anos "Eu nem acreditei quando ele me ligou", conta Beatriz, que diz que gastou R$ 30 com todo o processo, entre impressão do rótulo em uma gráfica, a Coca-Cola de 2,5 litros e ônibus para entregar o presente. "O mais difícil é que eu peguei dinheiro da minha avó para comprar a Coca e, chegando em casa, meu irmão foi lá e tomou sem querer. Eu fiquei desanimada", lembra ela, que diz precisar do emprego justamente para ajudar a família.
Currículo de Beatriz Carmona, de 17 anos, estampado em rótulo de uma Coca-cola Foto: Beatriz Carmona
Beatriz mora com outros dois irmãos e uma cunhada com a avó e, hoje, todos dependem da aposentadoria da matriarca, que recebe R$ 1.750 por mês de benefício previdenciário. "A Coca-Cola custou R$ 9, a gente não tem o hábito de comprar", afirma. Tentar tudo. Beatriz conta que a inspiração para sua ideia veio de um publicitário lituano que, para conseguir emprego em São Francisco, na Califórnia, colou seu currículo em uma caixa de rosquinhas. "Eu mandei meu currículo, mas o tempo foi passando e senti que não ia conseguir. Como tinha visto essa história, de um publicitário que se chama Lukas Yla, pensei em criar coragem e fazer algo parecido", conta. Perguntado sobre o futuro da candidata, Flávio Pelizari não se compromete. "Vamos conhecer os candidatos e selecionar talvez dois para a vaga. Quem tiver mais perfil, vai ser contratado", conta. O cargo de jovem aprendiz na empresa tem jornada de 120 horas mensais e salário de R$ 800. Link: http://economia.estadao.com.br/noticias/sua-careira,menina-de-17-anos-estampa-curriculo-em-coca-cola-por-emprego-em-sp,70001867940